Agricultores
de várias comunidades rurais que serão beneficiadas com recursos da
emenda, destinada ao Seridó pelo deputado federal João Maia (PR), se
reuniram nesta noite de segunda-feira (07), no grupo Escolar do sítio
Açudinho em Caicó. A reunião foi coordenada pela ADESE, e contou com a
participação de representantes do Fórum do Campo, de vereadores,
secretários municipais e representantes de vários segmentos da
sociedade.
Na
oportunidade, foram discutidas todas as questões burocráticas para que
os açudes destruídos pelas chuvas de 2011 sejam recuperados com os
quatro milhões de reais, destinados pela emenda do deputado,
representado na reunião por sua esposa Fernanda Maia, que ao levar sua
mensagem aos agricultores, destacou que a reunião serviu para tirar as
dúvidas de muita gente.
“Eu
acho que estava faltando apenas alguns esclarecimentos, diante de
informações divulgadas de forma errada, principalmente de que eles
teriam que doar as terras, o que não é verdade. Eles vão fazer um termo
de cessão, autorizando que o Governo recupere o açude particular,
transformando em bem que todos possam usar de forma comunitária. Eles
estão apreensivos, mas depois todos se dispuseram a colaborar no que for
preciso. Os recursos estão garantidos, mas precisamos vencer algumas
burocracias ainda”, explicou Fernanda.
Como
existe prazo para que o projeto seja encaminhado ao Ministério da
Integração Nacional, a ADESE e o Fórum do Campo se encarregaram de
coletar todas as documentações necessárias e informações das
comunidades. Os 4 milhões de reais serão investidos na recuperação dos
açudes de 13 comunidades rurais. Na reunião, o ex-prefeito Roberto
Germano garantiu que o DNOCS é quem fará o projeto técnico. “Nós
estivemos na Capital e conversamos com técnicos do DNOCS, e eles nos
garantiram que até o dia 18 deste mês, todos os projetos serão entregues
a Adese”.
“Agora
nós temos o respaldo da comunidade para fazer o projeto, com
autorização para o termo de cessão de uso para que se possa utilizar
recursos federais em obra particular. Nós vamos providenciar a
documentação adequada, conforme a legislação e juntaremos ao projeto
técnico que O DNOCS está elaborando”, explicou Galvão da Adese.